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Choque em São Januário: Coutinho rescinde, deixa o Vasco sem alarde e vira incógnita no mercado

Coutinho deixa o Vasco: em acordo relâmpago selado nesta quarta-feira (18/02), Philippe Coutinho, 33 anos, rescindiu o vínculo que se estendia até junho e encerrou sua segunda passagem por São Januário. A saída ocorreu sem multa e pegou a cúpula cruzmaltina de surpresa, que tentava prorrogar o contrato até dezembro.

Detalhes da negociação

A diretoria havia oferecido um aditivo de seis meses com gatilhos por produtividade, mas o estafe do camisa 10 sinalizou insatisfação com a sequência de vaias — a última no empate contra o Volta Redonda, quando o atleta pediu para não voltar ao banco no segundo tempo. Mesmo com tentativa de convencimento do técnico Fernando Diniz, Coutinho preferiu a rescisão amigável, abrindo mão de cerca de R$ 2,5 milhões em salários a receber até junho.

Sem proposta oficial em mãos, o meia passa a ficar livre no mercado. Clubes da MLS sondaram a situação em janeiro, e há burburinho de interesse do futebol saudita. O jogador, no entanto, ainda não definiu se permanece no Brasil ou embarca para mais uma experiência internacional.

Impacto no elenco cruzmaltino

A perda é sentida sobretudo na criatividade: em 2025, Coutinho liderou o time em participações em gol (11 tentos e 5 assistências em 56 jogos) e foi capitão em 38 partidas. Com sua saída, Diniz deve recuar Payet para atuar centralizado ou acelerar a chegada de um novo armador — Alê (ex-América-MG) e Daniel Ruiz (Millonarios) estão no radar.

Financeiramente, o alívio na folha é de cerca de R$ 450 mil mensais entre salário fixo e luvas. Parte desse espaço deve ser realocada para fechar com um atacante de lado, carência apontada após as saídas de Vegetti e Rossi.

Análise Sigo Meu Time: para o Vasco, o “chapéu” foi interno: perde-se a referência técnica e de marketing sem reposição imediata. A diretoria ganha fôlego na folha, mas coloca mais pressão sobre jovens como Marlon Gomes. Para Coutinho, o movimento só será positivo se acertar rapidamente com um projeto competitivo; caso contrário, a narrativa de “retorno ao lar” ficará marcada como oportunidade perdida. Veja mais notícias e análises em https://sigomeutime.com.br/

Fonte: Redação Sigo Meu Time

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